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No Brasil, por dia, mais de 1.000 pessoas morrem por doenças cardiovasculares e um dos principais fatores de risco é a obesidade. Eu já fiz 12.000 cateterismos e a maioria destes pacientes estavam acima peso e/ou obesas.
Assim como nossa pressão aumenta (hipertensão) e necessita de um remédio (anti-hipertensivo), nosso corpo também pode inflamar, adoecer, aumentar adipócitos (obesidade) e também precisará de medicamentos para o tratamento de obesidade por um período, como por exemplo, Tirzepatida (Mounjaro™) e Ozempic
Estes remédios aliado a um protocolo de emagrecimento (dieta e atividade física) acompanhada de um médico qualificado, o paciente consegue perder mais de 10kg em 3 meses com segurança.
Independente do peso em que você se encontra e o quanto você deseja perder, o mais importante é você começar essa jornada.
Quando perdemos 5% do nosso peso atual, nós diminuímos níveis de pressão e melhoramos de forma significativa a glicose (redução do açúcar no sangue). Quando perdemos 10% do nosso peso atual diminuímos Mortaldiade (ou seja, viveremos mais).
Por isso o excesso de peso deve ser tratado de forma séria e correta.
Foi a partir deste momento que decidi estudar profundamente sobre o tratamento da obesidade de forma ética e científica, para trazer aos pacientes o que há de mais moderno aliado ao melhor custo benefício para cada um.
O cateterismo cardíaco, também chamado de coronariografia ou cineangiocoronariografia
é considerado o melhor exame (“padrão-ouro”) para diagnosticar obstrução nas artérias coronárias. É utilizado também para analisar as pressões nas cavidades cardíacas/vasos sanguíneos e alterações nas valvular do coração.
É um exame minimamente invasivo, atráves da puncão de artéria e/ou veia após anestesia local. Se o exame for eletivo (agendamento prévio), o paciente recebe alta após 02 a 04 horas após o término do exame. É um procedimento de baixo risco de complicações graves (<0,1%).
A angioplastia coronariana é um procedimento cirúrgico minimamente invasivo do coração, realizado por meio de uma punção de artéria com o uso de cateteres e stents (próteses endovasculares), que realizam a desobstrução das artérias coronárias. Isso garante ao paciente um tempo de internação menor e recuperação mais rápida que cirurgias convencionais. Os stents implantados são os mais modernos existentes no mundo (farmacológicos de ultima geração).
Na Cardiologia Intervencionista contemporânea, o uso da fisiologia invasiva coronariana passou a ser obrigatória para avaliação de determinadas placas ateroscleróticas. Os estudos e as diretrizes nacionais e internacionais recomendam seu uso em diversos cenários com melhor nível de evidencia (IA):
Situação 1: Muitos pacientes apresentam teste ergométrico positivo ou negativo pra isquemia e possuem lesões coronarianas duvidosas, onde apenas a angiografia não consegue determinar se existe ou não beneficio em se fazer angioplastia. Com a utilização da avaliação funcional por iFR temos um dado objetivo que nos ajuda na tomada de decisão.
Situação 2: Pacientes multiarteriais (várias obstruções coronarianas) necessitam de avaliação fisiológica invasiva por iFR para determinar se realmente todas essas obstruções necessitam de desobstrução (seja por angioplastia ou por cirurgia convencional). Através deste método determinamos quais obstruções estão gerando isquemia significativa e tratar apenas estas. Com isso, diminui o tempo do procedimento, uso de contraste e muitas vezes reclassificamos o paciente de Tri-arterial (doença nos três vasos) para uni-arterial (apenas um vaso), ou seja, diminuímos a complexidade dos casos.
Nas últimas décadas, os avanços obtidos por meio de técnicas, instrumentais e conhecimentos, no âmbito da Cardiologia Intervencionista, trouxeram importantes contribuições à abordagem de pacientes com lesões em tronco de coronária esquerda (TCE), lesões de bifurcação ou lesões complexas.
A estimativa de obstrução angiográfica guarda ainda grande variabilidade intra e interobservador. Nesse contexto, o emprego de métodos adjuntos, como IVUS e OCT, pode ser necessário para a determinação da gravidade de obstruções, especialmente, no Tronco de coronária Esquerda.
A necessidade do uso do método de imagem para indicar, planejar e principalmente, otimizar o resultado da angioplastia, são recomendados pelos estudos e diretrizes em casos selecionados.
É uma técnica utilizada durante as angioplastias coronarianas, em lesões ateroscleróticas que apresentam muito cálcio em sua composição. As placas de cálcio são placas duras, que resistem a dilatação com balão e dificultam a expansão adequada dos stents. A aterectomia rotacional é um sistema de “broca” com cristais de diamante que rodam a 180 mil rotações por minuto. Como todo o instrumento abrasivo, corta eficientemente superfícies duras, não atuando sobre as flexíveis, eliminando a placa de ateroma sem traumatizar a artéria, auxiliando em um melhor resultado das angioplastias.
As patologias relacionadas à senilidade aumentaram sua incidência de forma drástica nos países desenvolvidos, com grande destaque para a Estenose Aórtica (EAo) que acomete 3 a 5% da população acima dos 75 anos. No Brasil, com o envelhecimento populacional, há projeções de que nos próximos 20 anos o contingente de idosos duplicará em nosso país.
Com o envelhecimento populacional, o implante percutâneo de bioprótese valvular aórtica (TAVI, sigla em inglês) vem ganhando espaço no tratamento da estenose aórtica em indivíduos independente do risco operatório em comparação com a troca da válvula por cirurgia convencional.
Hoje a TAVI é considerada como o tratamento de escolha para pacientes com Estenose Aortica acima de 75 anos.
Este procedimento minimamente invasivo realizado com punções das artérias e através do cateterismo e dispositivos é feito a implantação da prótese aórtica. Possui tempo de internação
curto e na grande maiorida das vezes é realizado com anestesia local e sedação (estratégia minimalista).
A seleção do paciente para intervenção, no atual momento, leva em consideração risco cirúrgico, comorbidades, além de exames de imagem, tais como a tomografia de tórax, que tem papel importante na avaliação anatômica da válvula aórtica, aorta e seus ramos, e auxilia a escolha da via de acesso, da prótese adequada e a predição de complicações.
Desta forma, a avaliação, planejamento e seleção do paciente adequado aumenta de forma exponencial a taxa de sucesso.
A insuficiência mitral (IM) é a doença valvar mais prevalente nos Estados Unidos e sua prevalência aumenta a cada ano devido ao envelhecimento populacional. Independentemente da etiologia, a IM sintomática grave cursa com prognóstico desfavorável.
O procedimento cirúrgico ainda é o tratamento padrão para essa patologia; porém, como vários pacientes não são submetidos à cirurgia devido ao alto risco, o tratamento percutâneo com MitraClip surgiu como opção viável.
A segurança, eficácia e durabilidade do reparo valvar percutâneo com MitraClip já foram demonstradas em estudos randomizados e, com isso, sua indicação vem-se expandindo.
Este procedimento vem se tornando frequente pois representa a única opção, além do tratamento clínico otimizado, para pacientes com insuficiência mitral importante sintomática, mas com risco alto ou proibitivo de cirurgia convencional.
Foi comprovado que o forame oval patente (FOP) está associado à acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) em pacientes com poucos ou nenhum fator de risco de doença cardiovascular. Quando o paciente apresenta AVC ou ataque isquêmico transitório (AIT) e são descartadas as principais causas desta patologia e se identifica o FOP, ele deve ser avaliado para ser fechado, pois a principal causa passa ser esse orifício. Foi demonstrado que o fechamento
percutâneo do FOP é superior ao tratamento clínico para prevenir recorrências de AVCI nessa população, com acompanhamento clínico de longo prazo.
É um procedimento de baixíssimo risco, minimamente invasivo, através de punção de uma veia da perna, através do cateter e dispositivos guiados pelo equipamento de hemodinâmica e ecorcardiograma é implantado uma endoprótese para fechamento do orifício.
A comunicação interatrial tipo ostium secundum (CIA OS) é uma cardiopatia congênita relativamente frequente, que causa repercussão hemodinâmica para o ventrículo direito, com sobrecarga volumétrica e dilatação da câmara. A maioria dos pacientes é assintomática, porém sintomas podem aparecer depois da segunda década de vida.
O fechamento percutâneo usando uma prótese é bem estabelecido como a primeira escolha de tratamento para a maioria dos pacientes que possuem uma anatomia favorável.
Procedimento é minimamente invasivo, através de punção de uma veia da perna, através do cateter e dispositivos guiados pelo equipamento de hemodinâmica e ecorcardiograma é implantado uma Endoprótese na CIA.
A fibrilação atrial (FA) é uma arritmia cardíaca importante e está associada ao acidente vascular cerebral (AVC) de origem cardíaca e possui chances de óbito ou de grandes sequelas. Um dos principais tratamentos é o uso de anticoagulantes. Entretanto, apesar da eficácia da anticoagulação oral, muitos pacientes não podem ser tratados por apresentarem sangramentos importantes.
Pacientes com essa arritmia e alto risco de AVC embólico e história de hemorragia intracraniana ou doença renal crônica importante ou sangramento gastrintestinal recorrente são candidatos para oclusão do apêndice atrial esquerdo.
É um procedimento minimamente invasivo, realizado sob anestesia geral e através de punção de uma veia da perna, através do cateter e dispositivos guiados pelo equipamento de hemodinâmica e ecorcardiograma é implantado uma endoprótese nesse local do coração onde se forma os coágulos, desta forma o paciente fica mais protegido de ter AVC mesmo sem tomar o anticoagulante.
Particular / Reembolso / Seguros Unimed / Unimed / Vivest /
– R. Augusto César de Andrade, 575 – Nova Campinas, Campinas – SP, 13092-117.
– Hospital São Luiz de Campinas/SP;
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